"Recordar Max e Lurdes é defender a Constituição" PDF Imprimir e-mail
08-Abr-2016

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A UDP assinalou, em Vila Real, os 40 anos do assassinato do padre Max Barbosa de Sousa e da estudante Maria de Lurdes Correia. Estiveram presentes dezenas de pessoas e houve lugar a duas intervenções, de Mário Durval e de Luís Fazenda, deposição de flores nas campas e colocação de flores na Rua Padre Max. 

No mesmo dia da aprovação da Constituição de 1976, há 40 anos, o Padre Max e a estudante Maria de Lurdes foram assassinados num atentado à bomba perpetrado pela extrema-direita. O padre Maximino Barbosa de Sousa, que tinha sido candidato independente da UDP à Constituinte, tinha então 33 anos e Maria de Lurdes Correia tinha 19 anos. Max e Lurdes partilhavam com muito povo de esquerda o sonho da Democracia Popular. E talvez a síntese perfeita de uma das traves dessa democracia avançada, a caminho do socialismo, seja a frase do padre Max: “servir o povo sem nunca se servir dele”.

 Fotos de Bruno Góis e de Carlos Ermida Santos, Vila Real, 3 de abril de 2016.

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